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PROFESSORES

MEGAN BARRERA SOPRANO.jpg

A soprano cubano-porto-riquenha Megan Barrera é natural de Miami, Flórida, e é uma artista com carreira bastante ativa no campo da ópera e da música de concerto. Este ano, ela foi premiada no Certamen Nueva Voces Ciudad de Sevilla, Espanha. Ela também foi contemplada no Concorso Lirico Premio Koliqi em Milão, Itália e no Concurso Internacional Vissi D’arte na República Tcheca. Em 2017, foi a vencedora do primeiro prêmio do Saint Petersburg Opera Guild Competition, na Flórida, e do Concurso de Ídolos Clássicos Rochester Oratorio Society, em Nova York. Em 2016, recebeu o Munday Encouragement Award no Jensen Foundation Vocal Competition e uma bolsa da Fundação Anna Sosenko Assist. Suas afiliações artísticas incluem Sarasota Opera (Aprendiz, 2016), Vero Beach Opera, Ópera Lírica de Miami, Grande Ópera de Wichita, Ópera Louisiane, Ópera da Flórida, e a Ópera Destilada de Miami, dos quais é um membro fundador. Megan Barrera é graduada pela Universidade de Miami (BM) e pela Louisiana State University (MM, DMA).

Canto Lírico (EUA)

Megan Barrera 

NIKALUS_RÜEGG_TENOR.jpg

O tenor suíço Niklaus Rüegg estudou em Basileia, Suíça, com a professora Eva Krasznai-Gombos. Ele ganhou uma bolsa para jovens cantores talentosos do Migros-Genossenschaftsbund Zurique. Depois, prosseguiu os estudos de pós-graduação na Musik-Akademie de Basileia e no Studio Opera Internacional de Zurique IOS. Em 1982, Rüegg debutou na Opera de Basileia como Mengone (J. Haydn, Lo Speziale), atuando posteriormente nos teatros de Bienne-Soleura, Lucerna, São Galo, Opéra de Lausanne, Opera de Zurique, Teatro Estadual de Darmstadt, Teatro Im Revier Gelsenkirchen, Teatro Musical de Basileia e Neue Flora Hamburgo. Seu repertório teatral compreende mais de 70 papeis de ópera, opereta e musical. Além disso, canta desde o oratório barroco, clássico e romântico até a musica contemporânea, apresentando-se frequentemente em muitos países e festivais, participando de world premières, gravações de CD e produções para rádio e TV. Niklaus Rüegg trabalha como professor de canto e como jornalista em um jornal de música.

Canto Lírico (SUI)

Niklaus Rüegg

REBECA VIEIRA CANTO POPULAR.jpg

Rebeca Vieira, cantora e professora de Belting Contemporâneo, é Doutoranda em Teoria e Prática da Interpretação (UNIRIO), Mestre em Educação Musical (UNIRIO), Especializada em Psicopedagogia (Faculdade Saberes) e Graduada em Música (UFES). Na área do ensino, possui experiência na educação básica, universitária e em ONG’s. Desde 2013 é professora de educação musical na instituição federal Colégio Pedro II (RJ). Como regente conduziu diversos corais e atuou como coordenadora do projeto Bandas e Corais da Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Como cantora é formada pela técnica do Belting Contemporâneo, cunhada pelo Maestro Marconi Araújo. Recebeu o prêmio de Melhor Intérprete do 7o Festival Nacional de Música em Colatina/ES (2007), participou de diversas gravações como intérprete (CD Simplesmente Tom, 2009), e integra, desde 2016, o grupo vocal Ordinarius, com turnês pelo Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa. Ainda com este grupo lançou em 2017 o CD Notável, em homenagem à cantora Carmem Miranda. Atualmente integra o Duo Vieira, ao lado do violonista sete cordas Ricardo Vieira (Duo Vieira), com quem lançou o CD Pérolas para Jobim em homenagem aos 60 anos da Bossa Nova. Na área da pesquisa investiga sobre a Criatividade na Educação Musical, expandindo em seu doutoramento o tema da Criatividade presente na Performance.

Canto Popular (BRA)

Rebeca Vieira

LUIS GOMES CLARINETE.jpg

Luís Gomes iniciou os seus estudos no Conservatório Nacional, sendo diplomado pela Escola Superior de Música de Lisboa (licenciatura), pelo Conservatório Superior de Roterdão (U.M.), e Mestrado em Psicologia e Pedagogia da Música na F.C.S.H. da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente é doutorando em Música e musicologia na Universidade de Évora. Enquanto estudante, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalhou com clarinetistas mundiais, obtendo vários prémios. Foi júri dos Concursos Nacionais da J.M.P, do Prémio Jovens Músicos, dos Concursos Internacionais de Clarinete Júlian Menendez (Ávila, Espanha), dos Concursos Internacionais de Clarinete Baixo (Espanha), do Concurso Internacional de Clarinete Saverio Mercadante (Itália) e do Concurso Internacional de Clarinete VIMM (Croácia) e do Concurso Internacional de Clarinete do Tenerife (Espanha). Foi solista várias orquestras e é membro fundador do Trio de Clarinetes de Lisboa (actual Quarteto de Clarinetes de Lisboa), do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, do Rumos Ensemble e é director da CULTIVARTE Associação Cultural. É professor de clarinete da Escola de Música do Conservatório Nacional e da Universidade de Évora. Luís Gomes é artista Selmer Paris (clarinetes), D’Addario  Woodwinds (palhetas) e Wi&Fi (boquilhas).

Clarinete (POR)

Luís Gomes

RICARDO VIEIRA CRIAÇÃO E PRODUÇÃO.jpg

Ricardo Vieira, compositor, violonista, arranjador e produtor musical, é Doutorando em Processos Criativos pela UNIRIO. Mestre em música pela UFBA na área de Criação e Execução Musical e Graduado em música pela UFS. No universo da Música Popular atuou em diversas frentes de trabalho, sempre com o foco em gêneros genuinamente brasileiros. Como produtor musical gravou o CD e Web série intitulados Xangai em Cantingueiros (2017) ao lado do cantador Xangai. No mesmo ano lançou o CD Chegada, junto com o Gaitista Júlio Rêgo, atuando ainda em diversos projetos como arranjador e diretor musical - CD Infinito (Fred Andrade), CD Águas de Aruanda, CD Gustavo Mattos, CD Um Dia (Fred Andrade e Membrana Instrumental). Em 2018, lançou o CD Pérolas para Jobim, com o projeto Duo Vieira com a cantora Rebeca Vieira, onde apresentam um recorte temporal no universo de Tom Jobim entre 1947 e 1958 (Pré-Bossa). Como compositor, suas obras trafegam pela música instrumental, mista e eletroacústica. Também desenvolve projeto solo como violonista, participando de festivais e projetos de circulação. No campo acadêmico pesquisa estratégias composicionais para formações mistas, que envolvem espectromorfologia do som, tradução intersemiótica, intertextualidade e representações mentais.

Criação / Produção musical (BRA)

Ricardo Vieira

Nascida nos arredores de Chicago, Julie Koidin é uma flautista com formação clássica e experiência como solista, musicista orquestral, de estúdio e camerista. Além da música erudita, a Dra. Koidin tem um profundo interesse em um gênero de música pouco conhecido nos Estados Unidos – o choro brasileiro. Ela tem se dedicado a pesquisar o choro desde 1995, e a partir de 1997 tem executado tanto o gênero clássico como os vários gêneros brasileiros por todo o Brasil. Esses concertos incluem apresentações com flautistas renomados de choro, como Altamiro Carrilho, Andrea Ernest Dias e Carlos Poyares. Em 2006, a Dra. Koidin começou a participar de concertos com a recém-formada organização de Compositores Latinos de Chicago, uma cooperativa que reúne os principais compositores de Chicago provenientes da América Central e América do Sul, inclusive Elbio Barilari (Uruguai), Gustavo Leone (Argentina), e Sergio Assad (Brasil). Fevereiro de 2006 marcou sua primeira apresentação com esse grupo como artista convidada, juntamente com o MAVerick Ensemble, tocando no Preston Bradley Hall, do Chicago Cultural Center.

Flauta Transversal (EUA)

Julie Koidin

Noemi Ansay possui graduação em Bacharelado de Musicoterapia (FAP), pós-graduação em Psicopedagogia (TUIUTI), Mestrado em Educação (UFPR) e Doutorado em Educação (UFPR). Professora adjunta da Faculdade de Artes do Paraná, UNESPAR.  Editora da Revista InCantare do Núcleo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Musicoterapia – NEPIM-CNPq.  Participa do Grupo de Flautas Doces Ressonâncias na Escola de Música e Belas Artes - UNESPAR. Representante da Secretária de Ciências, Tecnologia e Ensino Superior do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência. Mediadora do Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI). Coordenadora do NESPI (Núcleo de Educação Especial/Inclusiva) do Campus II Curitiba, UNESPAR. Tem experiência na área de Musicoterapia, Psicopedagogia e Educação, com ênfase em Educação Inclusiva. Escritora dos livros: Ciranda das Letras: a poética do alfabeto (acessibilidade em LIBRAS) e Portas Abertas.

Musicoterapia (BRA)

Noemi Ansay

NICOLAS VICQUENAULT PIANO JAZZ.jpg

Foi tocando trompete e piano que Nicolas Vicquenault descobriu a música, quando jovem, em uma escola perto de Orléans, no centro da França. Depois, estudou teoria, trompete e piano no Conservatório, entrando em contato com o jazz na Academia de Jazz de Orléans. Muito cedo, começou a tocar com conjuntos de jazz, enveredando pelo campo da composição também. Por três anos, apresentou-se em navios de cruzeiro em todo o mundo, incluindo Brasil, Canadá, Estados Unidos, Mar Negro e Grécia. Foi durante esse tempo que aprendeu sobre diferentes culturas e desenvolveu sua paixão pela world music, resultando na gravação do álbum solo, Escales, em 1999. De volta à terra, juntou-se ao grupo Ritmo Caliente, banda com a qual tocou em toda a França. Paralelamente, ele colabora com vários artistas na criação de espetáculos teatrais/musicais e de circo, escrevendo também canções infantis. Ao longo de sua carreira, subiu ao palco com muitos grupos em diferentes locais na Europa. Atualmente, ensina piano de jazz e trompete na École de Musique de Gien.

Piano Jazz (FRA)

Nicolas Vicquenault

MATTHIAS HEEP REGENTE.jpg

Após o mestrado em musicologia e filologia alemã na Universidade de Heidelberg/Alemanha, Matthias Heep estudou teoria da música e composição com Detlef Müller-Siemens e Rudolf Kelterborn e regência com Hans-Martin Linde, na Escola Superior de Música, em Basileia. De 1996 a 2009, foi professor de teoria da música clássica na seção de Jazz da mesma escola. Hoje ele lidera vários grandes corais, dentre os quais o coral da Universidade de Berna e o coral do teatro de Winterthur. Na associação Canto sem Fronteiras, ele dedica-se aos contatos musicais entre a Suíça e os países de língua portuguesa. Ele escreveu varias obras musicais, entre as quais Paixão segundo São Marcos (Bachchor Basel); as óperas La machine rève (Tinguely-Museum Basel), L'orient n'existe pas (Unichor Bern, Ensemble Phoenix Basel),  Träumer (Sonhadores) e Momo (Teatro estadual Stuttgart); bem como vários ciclos de canções, incluindo O senhor Müller esta viajando para o oriente (com piano), Liederbuch (com acordeom) e Cancioneiro nordestino (com guitarra/violão).

Regência Coral (SUI)

Matthias Heep

Cyril Parmentier começou sua carreira musical estudando clarinete e canto em uma pequena escola de música perto de Tours, no centro da França. Muitos anos depois, estudou saxofone e flauta. Ao mesmo tempo, começou a compor, explorando o jazz e a música latina. Em sua vasta produção, compôs muitas obras para crianças e tocou com diferentes grupos, de pequenos duetos a grandes bandas, variados estilos, incluindo jazz, world music, aparecendo em muitos locais e festivais na Europa. Gravou seu primeiro álbum, Jazzoeillades, em 1999, com JM Herbreteau, Mickey Frideloux, Alain Wilsch, Olivier Leveau, Ronald Baker. É autor do espetáculo Ionomatopestacle, um concerto educativo que tem como tema o jazz. Porque é multi-instrumentista, atualmente toca em muitos grupos de vários estilos, sendo um dos poucos jazzistas a usar a flauta baixo na improvisação.

Saxofone (FRA)

Cyril Parmentier

Anne Victorino d’Almeida é violinista, compositora e professora no Conservatório Nacional, onde exerce, atualmente, o cargo de diretora adjunta. Nasceu em 1978, em França, sendo a filha mais nova do compositor António Victorino d'Almeida e Sybil Harlé. Iniciou em 1986 aulas de violino na Fundação Musical dos Amigos das Crianças com Inês Barata, com quem estudou durante onze anos, concluindo nessa mesma escola o 8º grau sob orientação de Leonor Prado. Licenciou-se em 2003 na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe de Agnès Sarosi. Foi igualmente orientada, após a sua licenciatura, por António Anjos. Teve a oportunidade, ao longo do seu percurso musical, de frequentar diversos cursos e classes de aperfeiçoamento com violinistas e pedagogos conceituados. Em 2004, frequentou e concluiu o primeiro ano de direção de orquestra na Academia Superior de Orquestra. Toca regularmente com diversas orquestras nacionais, destacando-se a Orquestra Sinfônica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfonietta de Lisboa, entre outras. Enquanto compositora, escreve música para diferentes formações musicais, bem como teatro e cinema. Várias das suas obras são anualmente peças obrigatórias em diversos concursos. Foi membro fundador do Quarteto Lopes-Graça de 2005 a 2014, com quem atuou com grande frequência nas maiores salas portuguesas e estrangeiro, destacando-se Andorra em 2008 e Brasil em 2013, na Oficina da Música em Curitiba, em Sorocaba e Brasília.

Violino (POR)

Anne Victorine d’Almeida