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GRUPOS E ARTISTAS CONVIDADOS

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O conjunto vocal Loiret's Singers é dirigido pela professora Julie Cássia Cavalcante. Formado por alunos de várias escolas e conservatórios da região central francesa, o grupo tem se dedicado à interpretação de variado repertório, incluindo obras sinfônicas e para coro a cappella. Em 2017, o Loiret’s Singers apresentou-se no Carnegie Hall, juntamente com outros coros, para a estreia da Missa de Alcaçus, de Danilo Guanais, sob a regência do maestro Vladimir Silva. A direção artística é da soprano Julie Cassia Cavalcante, que estudou canto e pedagogia do canto na UFPE e aperfeiçoou-se com Régis Oudot (França), Martha Herr (EUA) e Montserrat Caballé (Espanha). No Conservatoire d'Orléans, ganhou o primeiro prêmio em canto e o primeiro prêmio regional para a música de câmara, por decisão unânime do júri.  Julie Cassia tem mestrado em Estudos Românicos, pela Universidade de Nanterre, e está finalizando o PhD na mesma instituição, desenvolvendo pesquisa sobre a Música Armorial. Tem participado de festivais, eventos e congresso no Brasil e na Europa e é professora de canto no Conservatoire de Rayonnement Communal d’Olivet e da Communauté de Communes du Val de Sully.

FRA

Loiret's Singers

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O Grupo de Saxofones da UFAL (GSUFAL) surgiu em 2015, por meio de um projeto de extensão coordenado pelo Prof. Me. Kleber Dessoles Marques, articulando-se e dando suporte às disciplinas de práticas de conjunto e orquestral do Curso Técnico em Instrumento Musical, com ênfase em saxofone. Articula-se também a um projeto de pesquisa voltado à música de concerto escrita originalmente para saxofone coordenado pelo mesmo docente. O GSUFAL é composto por alunos dos Cursos de Técnico e Graduação em Música da UFAL, além de técnicos músicos do quadro efetivo da instituição, alunos egressos dos referidos cursos e colaboradores externos (alunos de cursos de extensão mais avançados, profissionais que atuam no mercado musical local etc). Desta forma, o grupo é um espaço de prática instrumental voltado ao aperfeiçoamento da performance em grupo, tendo como ponto de partida a heterogeneidade de níveis de formação musical de seus integrantes.

BRA

Grupo de Saxofones da UFAL

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Éwerson Carvalho é bacharelando em Música pela Universidade Federal de Campina Grande, com habilitação em Violão, na classe do professor Jorge Ribbas. Iniciou seus estudos musicais aos 10 anos de idade e aos 13 já lecionava o instrumento. Participou do curso “O segredo da música popular brasileira”, ministrado pelo multi-instrumentista Sandro Haick, no Festival Internacional de Música de Campina Grande e da masterclass com o violonista italiano, Davide Giovanni Tomasi. Tem se apresentado como solista no campo da música popular e da música erudita em eventos locais como, por exemplo, o X Encontro Paraibano de Violonistas e a Sexta Cultural, evento realizado pela Secretaria de Cultura de Queimadas.

BRA

Ewerson Carvalho

CORO DE CAMARA DE CAMPINA GRANDE.JPG

O Coro de Câmara de Campina Grande foi criado em 2010. Desde a sua fundação, já se apresentou em várias cidades da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e São Paulo, sob a regência de maestros brasileiros, norte-americanos e europeus. O grupo já realizou várias turnês nacionais e internacionais, incluindo os Estados Unidos da América (2012 e 2017), França (2015 e 2018) e Portugal (2019). Em 2017, estreou a Missa de Alcaçus, de Danilo Guanais, no Carnegie Hall, em Nova Iorque. O grupo tem se dedicado à performance de obras da renascença ao período contemporâneo, destacando-se, nesse contexto, a música brasileira, sobretudo de compositores da região, dentre os quais Reginaldo Carvalho, José Alberto Kaplan e Eli-Eri Moura. O Coro de Câmara de Campina Grande é regido por Vladimir Silva e tem se apresentado no Brasil, EUA e Europa, interpretando variado repertório.

BRA

Coro de Câmara de Campina Grande

Eduardo Gutterres iniciou seus estudos de violão aos 11 anos com o professor Ricardo Mitidieri. Posteriormnete, ingressou no curso de Bacharelado em Violão da UFRGS, onde estudou com Flávia Domingues Alves e Paulo Inda, tendo recebido o título de bacharel em violão com láurea acadêmica. Mudou-se para São Paulo em 2019 para ser aluno do Professor Fábio Zanon, após ser um dos ganhadores do Programa de Bolsas de Estudos Magda Tagliaferro, promovido pela Cultura Artística. Como performer, dedica-se à música brasileira em formato solo e em grupos de câmara. Já realizou recitais em salas de concerto do Brasil e do Uruguai e vem participando de diversos festivais nacionais e internacionais de música e também de concursos internacionais de violão. Nesses eventos, teve aulas com professores de renome internacional como Álvaro Pierri (Uruguai), Fábio Zanon (Brasil), Eduardo Isaac (Argentina) e Mario Ulloa (Costa Rica), entre outros. Além de participar da organização do projeto social Sarau no Hospital e da organização do Festival de Violão da UFRGS, junto ao professor Daniel Wolff, foi professor de violão nos cursos de Extensão em Instrumento Musical e de Alfabetização Musical - ambos ligados à UFRGS.

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Eduardo Gutterres

Alphonsos Silveira começou seus estudos em 2000, na Sociedade Musical São Sebastião, Sabará-MG. Em 2006, tornou-se Bacharel em Clarineta pela Universidade do Estado de Minas Gerais, na classe do professor Daniel Campos. Participou de inúmeros masterclasses com clarinetistas e regentes renomados. Foi vencedor do concurso da Orquestra Sinfônica da Universidade do estado de Minas Gerais, vencedor do IX Jovem Músico BDMG. Como clarinetista, atuou na Orquestra Opus, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da Universidade do Estado de Minas Gerais, Instituto Orquestra Sabará, Banda Sinfônica da Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade do Estado de Minas, 12 de Março, Nossa Sra. do Carmo Betim, Banda Lira da Paz. Atuou como regente da Sociedade Musical e Cultural Santa Lúcia, Retreta Lyra de Santo Antônio e convidado da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba (classe de Alunos do Maestro Luiz Carlos Durier). Atualmente, é mestrando na Universidade de Évora na Classe do Prof. Luís Gomes. É clarinetista da Orquestra Sinfônica da Paraíba, Artista Royal Global, MarcaReeds e Silverstein.

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Alphonsos Silveira

O Rumos Ensemble nasceu no final de 2014. O acaso fez com que os integrantes deste grupo, Anne Victorino d’Almeida, Luís Gomes e João Vasco, se encontrassem na sala da direção do Conservatório Nacional - no qual são professores - e rapidamente se desencadeou a vontade de formar um trio de características distintas. A partir daqui, quanto mais exploravam ideias, mais concreta era a sensação de que tinham os três algo de muito forte em comum: o desejo de apostar num formato diferente do tradicional. Anotaram tudo aquilo que cada um sabia fazer para além de tocar e, após várias ideias - umas que se aproveitaram e outras que foram morrendo - nasceu o Rumos Ensemble e o concerto multimedia “Tocando Portugal - recital quase um doc”. Os três são muito diferentes mas muito semelhantes no sentido de assumirem uma grande flexibilidade e disponibilidade para ouvir novas ideias e aprender uns com os outros. Esta atitude perante a música e perante o colega fortalece o grupo e faz com que ao longo do processo de concepção e na performance propriamente dita a entrega seja total. O Rumos Ensemble tem se apresentado em diversos eventos na Europa.

POR

Trio Rumos Ensemble

CORO EM CANTO.jpg

O Coro em Canto/UFCG tem cumprido um calendário anual de Concertos Oficiais, realizados na Páscoa, em outubro – os Recitais de Primavera – e no período natalino, em vários lugares de Campina Grande e cidades circunvizinhas. Apresenta-se regularmente em eventos da UFCG e de outras instituições. Dentre as peças com orquestra já realizadas pelo Coro em Canto/UFCG, destacam-se, Carmina Burana, de Carl Orff; o Requiem, de Mozart; o Requiem, de Fauré; a Nona Sinfonia, de Beethoven; Lobgesang, de Mendelssohn; a Missa a Buenos Aires, de Martin Palmeri; o Gloria, e o Magnificat, de Vivaldi; a Krönungsmesse, de Mozart, apresentando-se sob a batuta de vários maestros, a exemplo de Mario de Rose, Helena Herrera, Martin Palmeri, Vladimir Silva, Gunnar Silvestre, Laercio Sinhorelli.  Desde 1995, o Coro em Canto tem sido dirigido por Lemuel Guerra, contando atualmente com 55 cantores. O maestro, Lemuel Guerra, estudou regência no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil com os professores Dr. Fred Spann (USA), Dr. Donaldo Guedes (Brasil), Dr. Robert Gaddis (USA) e Dr. Alcingstone Cunha (Brasil).  É Doutor em Sociologia pela UFPE e Professor do Departamento de Sociologia e Antropologia do Centro de Humanidades da UFCG. Participou como solista do Madrigal Reflexus e do King’s Voices, em Cambridge (UK). Foi aluno de canto dos Profs. Drs. Mary Lois Sommers e Paulo Charlton, de Henrique Lins, da Dra. Martha Herr, do Dr. Bradley (USA) e da professora Katryn Zerk (UK). Tem atuado como tenor solista em várias performances.

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Coro em Canto

DANIEL SEIXAS.jpg

Natural de João Pessoa-PB, Daniel Seixas iniciou seus estudos musicais com a professora Kátia Gurgel (Piano) e deu prosseguimento na Escola de Música Anthenor Navarro (EMAN), com Glenda Romero (Piano), Sara Martins (Canto) e Luiz Carlos Durier (Teoria e Solfejo). É bacharel em Piano pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde foi aluno nas classes de Vânia Camacho e Luciana Noda. Desde 2009, é Pianista Colaborador desta mesma instituição, tendo participado de diversos recitais de música de câmara com alunos e professores de todo Brasil. Em 2018, recebeu a Comenda do Mérito Cultural Carlos Gomes, da Sociedade Brasileira de Arte, Cultura e Ensino (SBACE), em reconhecimento por suas atividades musicais no estado da Paraíba. Daniel Seixas também atua frequentemente em coros da capital paraibana, tanto como pianista, como regente, entre eles o Coro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, o Coral da Eman e o Coral Sinfônico da Paraíba. Em abril deste ano, participou do FIMUS Europa, realizado em Lisboa, Portugal, apresentando-se no Palácio Foz e no Museu Nacional da Música, ao lado do Coro de Câmara de Campina Grande e do coral Gesang ohne Grenzen, da Suíça.

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Daniel Seixas

O grupo Camerata UFCG surgiu no início do ano de 2018, como disciplina optativa do Curso de Música da UFCG. A Camerata tem como proposta a prática instrumental em conjunto, com ênfase no estudo de obras de concerto de diferentes períodos. A Camerata é formada por alunos da extensão e da graduação dos Cursos de Música (Bacharelado e Licenciatura) e é orientada pelo prof. Luís Passos. Ao longo de 2018, apresentou-se em Igrejas, na UFCG e no Teatro Severino Cabral, durante o IX Festival de Internacional de Música de Campina Grande, quando estreou obras de compositores locais. O regente, Luís Passos, natural de Belo Horizonte, é professor de música na UFCG desde 2011, onde leciona as disciplinas de teoria e composição. Tem trabalhado na elaboração e estreia de novas obras musicais, orientando alunos do curso de composição. Desde 2018, tem atuado como regente e diretor artístico da Camerata e da Orquestra de Cordas/Câmara da UFCG.

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Camerata UFCG

Kadija Teles, natural de Ilhéus-Bahia, iniciou seus estudos ao Piano aos 7 anos de idade. Aos 11, ingressou nas oficinas de Piano da UFBA, sob a orientação da Prof. Rioko Katena Veiga e aos 17 anos concluiu o curso técnico de Piano pelo Conservatório Brasileiro de Música, no RJ. Em 2005, formou-se em piano pela UFBA, obtendo o grau de Bacharel, sob a orientação da professora Diana Santiago. Em 2011, obteve o grau de Mestre em Piano, na mesma instituição, sob a orientação do Prof. Eduardo Conde Garcia. Atualmente, é correpetidora e leciona nas oficinas de Piano do curso de extensão na EMUS/UFBA. Como compositora, estreou suas obras no 1º Festival de Pianistas Compositores da Bahia, em 2014. Em 2107, sua música, Dia e Noite, foi uma das finalistas do 15º Festival da Rádio Educadora-BA. Desde então, tem se apresentado em diversas cidades no país e no exterior. Atualmente, é pianista correpetidora da UFCG.

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Kadija Teles

O Quarteto Ypisilone é formado por alunos da Universidade Federal de Campina Grande e tem como objetivo interpretar gêneros de diversas regiões do país, mostrando ao público a diversificação cultural presente em nosso povo. A motivação para a sua criação foi o centenário de nascimento de Jackson do Pandeiro, músico paraibano de grande importância no cenário nacional, que nasceu em Alagoa Grande no dia 31 de agosto de 1919. O nome do grupo, Ypisilone, tanto faz referência a um trecho do refrão da canção Sebastiana, um dos maiores sucessos de Jackson, quanto ao jocoso e dúbio que o vocábulo evoca, isto é, "papo de enrolador, metido a sabe tudo." Seus integrantes executam do choro virtuoso de Jacob do Bandolim até obras marcantes do mestre Dominguinhos, do coco de roda de Jackson, até o baião de Luiz Gonzaga, passeando, de modo geral, pela cultura popular de forma clara e objetiva.

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Quarteto Ypisilone

Augusto Moralez é professor de percussão da Universidade Federal de Alagoas e diretor do grupo de percussão PercUfal – Grupo de Percussão da ETA/UFAL. É Doutorando em Performance Musical/Percussão pela UNICAMP, Mestre em Performance Musical/Percussão pela UFG e Bacharel em Percussão pela Unesp. Realizou uma Especialização em Teclados de Percussão no Conservatório de Strasbourg, na França, sob orientação de Emmanuel Séjourné, recebendo seu diploma com honrarias máximas (Très bien à l’unanimité avec les félicitations du jury). Recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, com destaque para o Prêmio Ady Mootz no 2009 International Percussion Competition, em Luxemburgo. Possui extensa atuação em orquestras, grupos de câmara e espetáculos de teatro musical nacionais e internacionais, registrados em mais de 11 CDs e DVDs. Desenvolve um projeto de encomenda de novas obras para vibrafone, que já conta com mais de 30 estreias realizadas em concertos em diversas cidades e festivais internacionais no Brasil, França, Espanha, Itália, Luxemburgo, Bolívia, México, Colômbia e Argentina.

Percussão - BRA

Augusto Moralez

O Cordas & Sopros foi criado em 1978 com a implantação do Núcleo de Extensão Cultural da UFPB, Campus II. Nasceu com o propósito de desenvolver um trabalho consistente, produtivo e coerente com a qualidade artístico musical do Nordeste, dedicando-se, desta forma, à interpretação da música brasileira com a flauta doce, violão e violoncelo. Seus primeiros integrantes foram os músicos Romero Damião, Carlos Alan Peres da Silva, Eli-Eri Luiz de Moura, Francisco de Assis Cunha Metri, Edilson Eulálio Cabral e Fernando Rangel. Após a desativação, no final dos anos 80, o Cordas & Sopros ressurgiu em 2018, a partir da iniciativa dos alunos dos cursos de Música da UFCG, sob a direção do seu fundador, o professor Romero Damião. Desde então, tem se apresentado frequentemente em diversos eventos artísticos e culturais, interpretando repertório original.

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Grupo Cordas e Sopros

Caio César iniciou seus estudos musicais informalmente, em 2008, na Banda Marcial 7 de Setembro. Posteriormente, estudou na Escola de Música José Ladislau Pimentel, na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical (ETECM) e na UFPE. É o primeiro Bacharel em Eufônio pela UFRN e o primeiro eufonista formado por uma instituição pública no Brasil. Caio tem participado de diversos festivais nacionais e internacionais de música pelo Brasil e diversos países das Américas, como Colômbia, Argentina, Peru, Cuba, Estados Unidos e outros, tendo aulas com professores de reconhecimento internacional. Participou de diversos grupos e de diversos concursos de solistas no Brasil, Argentina, Colômbia e Estados Unidos, onde conseguiu o segundo prêmio no Concurso Internacional de Eufônio, em Bogotá (COL); o primeiro prêmio no Concurso Nacional de Eufônio, promovido pela Associação de Eufônios e Tubas do Brasil (ETB); e o segundo prêmio no concurso de Jovens Solistas da Banda Sinfônica da UFRN. Ganhou também a concorrida bolsa Earle L. Louder, oferecida pelo Euphonium Tuba Institute.

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Caio César

O objetivo da associação Canto Sem Fronteiras (Gesang ohne Grenzen) é promover o intercâmbio entre músicos, em particular coros da Suíça e dos países de língua portuguesa. O coral Canto sem Fronteiras foi fundado em 2016 por estudantes de música e talentosos amadores para interpretar o Requiem de Mozart, juntos com cantores brasileiros e a Orquestra jovem de Pernambuco, nos dois festivais «Virtuosi de Gravatá» e «Festival de inverno de Garanhuns». Desde então, outros projetos foram realizados em conjunto com músicos brasileiros como o compositor Eli-Eri Moura (João Pessoa) e a soprano Gabriella Pace (São Paulo). O presente projeto apresenta obras da musica erudita suíça do século XIX ao XXI, que ocupam-se com a «cultura popular» de muitas maneiras diferentes.

SUI

Canto Sem Fronteiras

João Paulo Casarotti recebeu o título de DMA da Louisiana State University, Mestre em Piano Performance and Piano Pedagogy da Temple University e Mestre em Pedagogia de Piano pela University of North Dakota. Ele obteve o título de Bacharel em Performance Musical pela Universidade de São Paulo, um Diploma de Performance da Escola de Música Maestro Ernst Mahle de Piracicaba, e um Certificado de Performance da Academia Nacional de Música em Sofia (Bulgária). Dr. Casarotti já se apresentou com orquestras no Brasil e nos EUA, além de ter realizado importantes concertos como pianista solo e de câmara no Brasil, EUA, Bulgária, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. Especializou-se na Abordagem Taubman e estudou sob a tutela de Maria Del Pico Taylor. Atualmente, é o coordenador de estudos de piano na Southern University, em Baton Rouge, Louisiana, e diretor artístico do Encontro Internacional de Pianistas de Piracicaba.

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João Paulo Casarotti

José Gustavo Julião de Camargo iniciou seus estudos musicais em 1978, em Ribeirão Preto com Mario Nacarato e Cristina Emboaba. Como instrumentista (clarineta e clarone), atuou nas orquestras de Campinas (Sinfônica Municipal, Jovem e Modern Popcorn Musical Group) de 1983 a 1986. Formou-se (1986) pelo Instituto de Artes da UNICAMP, tendo sido aluno de Almeida Prado, Damiano Cozzella, Raul do Valle, Benito Juárez, Moacir del Picchia e Henrique Gregóri). Foi diretor musical do coro cênico Bossa Nossa e desenvolveu intensa atividade no Brasil e no exterior. Desde 1988, é orientador de estruturação musical da USP (campus de Ribeirão Preto), atualmente atuando no Departamento de Música da FFCLRP-USP, sendo maestro da Banda Mogiana e maestro assistente da USP-Filarmônica, bem como violeiro do Ensemble Mentemanuque. Como compositor, tem escrito para diferentes formações vocais e instrumentais, destacando-se o Concerto para viola caipira e orquestra (2009) e a Ópera do Café - ópera coral em três atos com libretto de Mário de Andrade, para coro e orquestra (2007).

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José Gustavo Julião de Carmargo

Jeonai Batista concluiu este ano o Bacharelado em Música, com concentração em Canto e Piano, na Mississippi State University-EUA. Durante mais de quatro anos residindo e estudando nos Estados Unidos, atuou com sucesso em óperas, concertos e competições de Canto e piano. Como pianista, acompanhou vários cantores e foi pianista da Wind Ensemble da MSU. Em 2017, ficou em segundo lugar na Mississippi Music Teachers Association Young Artist Competition. Também foi finalista em 2015, 2016 e 2017 nos concursos da National Association of Teachers of Singing-EUA.  Iniciou sua vida musical tocando clarinete nos projetos de banda de música em sua terra natal, Teresina-PI, onde também estudou na Escola de Música Adalgisa Paiva. Entre os anos 2011-2014 estudou Regência na Universidade Federal de Campina Grande - Brasil, com o Dr. Vladimir Silva, onde fez parte do Coro de Câmara de Campina Grande como corista e pianista. Em 2017, estreou com tenor solista no Carnegie Hall - New York City, interpretando a Missa de Alcasçus de Danilo Guanais. Jeonai Batista também apresentou uma palestra na MMTA State Conference, e na College of Education Research Forum intitulada “Distribution Shape in Music Analysis – Texture Analysis of Camargo Guarnieri’s Dansa Negra.”

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Jeonai Batista

Thallyana Barbosa é flautista da Orquestra Sinfônica da Paraíba, com bacharelado em Música pela Universidade Federal da Paraíba e mestrado em Educação Musical pela mesma instituição. Iniciou seus estudos musicais na flauta, com a professora Luceni Caetano - a qual também foi sua orientadora em pesquisa de mestrado - e posteriormente com os professores José Augusto Maropo, Geraldo Rocha, Gustavo de Paco e Maria da Conceição Benck. Como professora de flauta, atuou na Escola de Música Toque de Vida, no PRIMA e na Escola de Música Anthenor Navarro. Participou como flautista de grupos de choro, regional e música flamenca. Foi integrante flautista das Orquestra Sinfônica da Paraíba (Jovem), Orquestra de Câmara do município de João Pessoa, Orquestra Sinfônica de Campina Grande e da Banda de Música 5 de Agosto do Município de João Pessoa. Atualmente, cursa doutorado em Interpretação (flauta), em Portugal, na Universidade de Évora, onde desenvolve pesquisa sobre Música Armorial com foco na flauta transversa, sob as orientações das professoras Monika Streitová e Vanda de Sá.

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Thallyana Barbosa

O Duo Vieira é formado pela cantora Rebeca Vieira e pelo violonista sete cordas Ricardo Vieira. O Duo integra a nova safra de artistas que se entregam à liberdade de criação para trazer um repertório diversificado, fundindo elementos da música camerística à linguagem da música popular brasileira. Em novembro de 2017, uma série de fatores possibilitaram o encontro musical entre a cantora Rebeca Vieira (RJ) e o violonista sete cordas Ricardo Vieira (SE). A imediata e feliz fusão entre afinidade musical e paixão pela música trouxe à tona o desejo de eternizar esse encontro por meio do fazer musical. Foi nesse contexto que surgiu o Duo Vieira. Além disso, a singularidade do encontro entre os "Vieiras" também contribui para a concepção artística do Duo. O nome tem sua origem ligada às "conchas que produzem pérolas", trazendo uma conotação que nos remete ao mar que inspirou pérolas musicais do cancioneiro popular. Nesse âmbito, os arranjos inéditos de obras de alguns dos mais representativos compositores da música popular brasileira, tais como Tom Jobim, Guinga, Sérgio Sampaio, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, entre outros; são concebidos de forma mui sui generis e refletem diretamente o bom gosto, interação e experiência musical de Rebeca e Ricardo.

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Duo Vieira

A Orquestra Filarmônica Jovem da UFPB é um projeto de extensão do Departamento de Música em prática orquestral para estudantes de música. Coordenado pelo professor Geraldo Dias da Rocha Júnior, o projeto nasceu no segundo semestre de 2017 e realizou seu primeiro concerto no fim do mesmo ano, no Auditório do Hotel Nord Luxxor, na capital paraibana. A OFJ tem por motivação a retomada da tradição das orquestras estudantis da UFPB que, de 1980 até 1996, teve a professora Norma Romano como pioneira, e, de 1997 até 2015, teve como coordenadora a professora Luceni Caetano. Os professores Guillermo Campos e Geraldo Rocha atuaram como regentes e o professor Pedro Pinto Rojas como preparador das cordas desses grupos. Atualmente coordenada pelo professor Geraldo Rocha, a UFJ-UFPB apresenta no IX FIMUS e II FIMUS Jazz um show dedicada à Bossa Nova. O maestro Amazonense Geraldo Dias da Rocha Júnior é Bacharel em Música (Flauta Transversal) pela UFPB. É professor do DEMUS/UFPB desde 1993. Dentre os corais e orquestras que regeu destacam-se Associação Lírica Bel Canto, Coral Universitário Gazzi de Sá, Coro de Câmara Villa-Lobos, Orquestra Sinfônica Jovem da UFPB e Orquestra Filarmônica Jovem da UFPB.

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Orquestra Filarmônica Jovem da UFPB

Formado pela violoncelista Herlane Franciele e pelo pianista Luis Felipe Oliveira, o duo Franciele-Oliveira atua em Recife desde 2015 e nasceu como resultado das aulas de música de câmara do curso de música da UFPE, tendo como primeiro orientador o Prof. Pedro Huff. O duo já se apresentou em diversos locais em Recife como o Auditório Evaldo Coutinho-UFPE, Instituto Ricardo Brennand, em séries de recitais em igrejas junto ao Quarteto Variante. Seu repertório vai de música barroca à romântica e brasileira. Após uma pausa nas apresentações, o grupo volta à ativa em 2019 para mais uma série de recitais. Herlane Franciele é natural de Recife e iniciou seus estudos de violoncelo através da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque (OCC) em 2006, sob orientação da professora Angélica Freitas e Leonardo Guedes. Deu continuidade aos estudos na orquestra com Fabiano Menezes, violoncelista da Orquestra sinfônica do Recife. Em 2018, formou-se em Música pela UFPE, sob a orientação do Prof Dr. Pedro Huff. Teve formação complementar em festivais nacionais e internacionais. Atualmente, Herlane atua no Conservatório da Nicholls University, Estados Unidos, onde é bolsista e semanalmente Herlane tem aulas com o Prof Dennis Parker na Louisiana University. Luis Felipe Oliveira, natural de Gravatá, é estudante da UFPE, no curso de Bacharelado em Piano, sob a tutela do Professor Antonio Nigro (Brasil-Alemanha). Em sua ainda curta jornada musical detém conquistou vários prêmios. Participou ativamente de MasterClasses com renomados pianistas como Michael Gurt, Jamie Gurt, Mônica Kato, Miguel Proença, Maria Teresa Madeira, Ilya Ramlav, entre outros.

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Herlane Franciele e Luis Felipe Oliveira

A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba – OSUFPB estreou em 06 de abril de 2013, sob a regência do maestro Gustavo Paco de Gea. No ano seguinte, passou a ter o maestro Marcos Arakaki como seu primeiro regente titular, permanecendo por dois anos. Ligada ao LAMUSI – Laboratório de Música Aplicada do Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB, a OSUFPB tem a Sala Radegundis Feitosa como sua sede oficial. A orquestra conta hoje com dezesseis músicos contratados, além da participação eventual de professores e alunos dos Departamentos de Música e Educação Musical da UFPB, podendo envolver ainda colaboradores voluntários. A OSUFPB é coordenada pelo Prof. Iris Vieira , que também ensina Tuba/Eufônio no Departamento de Música da UFPB. Roberto López nasceu na Venezuela e, aos cinco anos, mudou-se para os Estados Unidos, onde começou seus primeiros passos na música, no coro e banda da escola tocando percussão. Em 1999, retornou para a Venezuela, retomando seus estudos musicais, desta vez com o trompete, no Núcleo Escuque, pertencente ao Sistema Nacional de Coros Juvenis e Infantis e Orquestras da Venezuela, também conhecido como El Sistema. Durante o tempo que trabalhou em "El Sistema", fez muitos shows para diferentes músicos e personalidades internacionais e foi constantemente convidado a liderar e ministrar aulas nos Núcleos e orquestras do país, auxiliando na formação musical de jovens. Atualmente, está concluindo o mestrado em Regência Orquestral na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e, ao mesmo tempo, é regente adjunto da Filarmônica da UFRN.

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Orquestra Sinfônica da UFPB

O IAMAKÁ, vinculado ao DeMus-CCTA-UFPB, em parceria com IFPB e EEMAN, se dedica à música antiga, em especial a medieval-renascentista, e à contemporânea, com ênfase em compositores brasileiros. Como projeto PROBEX da UFPB, prevê – além do trabalho artístico de extensão cultural – a participação de compositores residentes visando à criação de obras inéditas. Atuando desde 2012, o grupo se apresentou em importantes eventos: Festival de Inverno de Garanhuns; FEPAC; Festival de Flauta Doce; I Circuito Cultural Universitário Internacional; Festival Internacional Virtuosi; VII FIMUS; IV, V e VI Festivais Internacionais de Música de João Pessoa; SESC Partituras 2017; III Encontro da TeMA. Também se apresentou em vários bairros de João Pessoa, através do projeto “Circuito nas Igrejas – A Matéria do Sonho”, que envolveu música e teatro. A palavra “Iamaká” é citada no livro "Rondônia" (1919), de Roquette-Pinto, referindo-se a templos construídos pelos índios Parecis, nos quais eram guardados os instrumentos sagrados.

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Iamaká

Natural de Teresina-Piauí, Daniel Santiago é violonista e professor de música. Estudou violão com Erisvaldo Borges e Emmanuel Nunes, no curso técnico de Música do Instituto Federal do Piauí. Posteriormente, já na graduação, estudou com Edson Figueiredo, recebendo o título de licenciado em Música pela Universidade Federal do Piauí (2018). Já participou de festivais de música em Brasília, Teresina, Londrina e Campina Grande, oportunidade nas quais estudou harmonia, violão, violão de sete cordas e composição com grandes nomes da música internacional, dentre os quais Ian Guest, Rogério Caetano, Marcos Pereira, Alessandro Penezzi e Mark Hayes. Como compositor e arranjador, tem escrito obras para variadas formações. Atualmente, leciona música na rede municipal de educação de Remígio-PB e cursa o Bacharelado em Música/Composição na Universidade Federal de Campina Grande.

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Daniel Barroso

Em atividade desde 2015, o Café Quarteto, com o objetivo de formar público, vem realizando concertos em Natal-RN e também em partes mais afastadas do estado. Em turnê promovida pelo projeto "SESC Parcerias Sinfônicas", o quarteto já passou pelas cidades Caicó (RN), Mossoró (RN) e Currais Novos (RN). Além disso, o grupo participou  do programa de quartetos no Festival Internacional  de Música de Santa Catarina nas edições de 2016 e 2017. Convidado pelo SESC-ES, o grupo Café Quarteto foi  uma das atrações a apresentar-se na Mostra de Música  Contemporânea do SESC Glória, na cidade de Vitória-ES. Já participou de diversas produções artísticas do compositor Danilo Guanais, integrando parte do corpo de músicos dos musicais “Pelas Trilhas da Vida”, “Um presente de Natal" e o espetáculo “A Barca de Caronte”. Em abril deste ano, o quarteto se apresentou no 1° Encontro de Música Contemporânea de Natal.

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Café Quarteto